Dia desses me lembrei de um álbum do Steel Pulse chamado VEX que tem um texto introducional muito bom.
O texto está no encarte do disco, e foi escrito por Faybiene Miranda em 1994.
Fiz uma tradução do texto e juntei com algumas idéias minhas.
Como resultado: mais uma música!
Assim que gravá-la, disponibilizarei no www.myspace.com/fredgomes
Por enquanto, curtam o texto adaptado:
Pra falar de opressão não me falta exemplo.
Pra falar de opressão, até me falta tempo.
A evidência que sustenta o inevitável confronto entre a desigualdade e a tão calada justiça, está escrita em sangue pelas páginas do tempo.
Pra falar de opressão não me falta exemplo.
O povo sempre foi marcado pelo sofrimento.
Pra falar de opressão, até me falta tempo.
A evidência que sustenta o inevitável confronto entre a desigualdade e a tão calada justiça, está escrita em sangue pelas páginas do tempo.
Pra falar de opressão não me falta exemplo.
O povo sempre foi marcado pelo sofrimento.
Capítulo, parágrafo, do livro do lamento que é a vida pode crê.
Mas não vou esquecer, que tem gente que ta na luta, ta na luta pra vencer.
Forças do futuro se preparam para amenizar.
As marcas dessa decepção histórica.
Mas não vou esquecer, que tem gente que ta na luta, ta na luta pra vencer.
Forças do futuro se preparam para amenizar.
As marcas dessa decepção histórica.
Os tempos estão mudando, a gente não consegue acompanhar.
Mártires morreram pra uma lição nos ensinar.
Tremores vindos debaixo vibram com toda fúria.
O dedo no gatilho fica mais justo a cada dia.
Nossa paciência já está se acabando.
Nossas mentes eles estão sempre violando.
Nossas mentes eles estão sempre violando.
Sem sentimento, nem piedade. Ninguém pode explicar.
Explosivos, sem se abalar, nosso prazer e sofrimento.




