Querer o bem, simplesmente por querer o bem e não por algum outro motivo que fuja à simples causa.
O verdadeiro amor não se pode cultivar por ninguém, ele vem de você para você e depois se derrama...assim como o amor verdadeiro não consegue ser entendido por quem ainda não está aberto a ele.
Não se trata do amor ao qual falamos e repetimos com tanta naturalidade hoje.
O verdadeiro amor quando vem de dentro, se espalha para todos...não se apega a situações ou imagens...ele existe por si só.
Devemos amar o que é mutável, aceitar a impermanência.
Se algo muda, e com isso muda o seu amor...não era amor verdadeiro. O verdadeiro amor, liberta.
Ao nos distanciarmos do amor verdadeiro, corremos o risco de termos sentimentos como raiva ou ódio por aquilo que não está de acordo com o nosso interesse.
O amor verdadeiro sempre existe, ele sempre É.
Nos capacita entender o fluxo energético que existe constantemente em nossas vidas, não nos deixando ser atingidos por ofensas ou raivas alheias...
Ele nos facilita manter em nossas mentes aquilo que é benéfico e entender com rapidez os pensamentos os quais não devemos dar continuidade...
Porém, o amor verdadeiro não se aprende apenas por repetição de palavras. Exige prática diária.
Aprendemos ensinando e ensinamos aprendendo.
O amor verdadeiro existe para seus amigos e inimigos, pois o que te desperta o ódio, é o que vence sua capacidade de amar.
E encontrando o amor verdadeiro, sua capacidade de viver em serenidade e praticar a gentileza será invencível. E assim, até o que poderia ser seu inimigo, já não mais o será.
Procure o seu Metta.
Metta = amor bondade nos ensinamentos budistas.
fronte: http://www.acessoaoinsight.net/arquivo_textos_theravada/metta_bhanteg.php
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