sexta-feira, 18 de julho de 2014

Eles

São flores ao marchar.
Com grandes espinhos.
Ao rufar, ao brado, ao amanhecer...se dão as mãos.
Espinhos viram telepatia.
Se transformam no que os transforma.
Se for algo bom, dizem obrigado.
Mas se for algo ruim, agradecem também à sinceridade do ser.
Sendo o que seriam aqui, talvez não ontem no mesmo lugar ou ali.
Onte estão? O que tem?
Nada lá fora.
Aqui dentro?
TUDO.

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