quinta-feira, 2 de dezembro de 2010
2011
Mais reggae, mais paz, mais amor, mais união, mais emprego, mais saúde, mais educação.
Quero mais gente podendo estudar e trabalhar, quero mais gente aprendendo a plantar e colher, quero mais gente tomando suco em vez de refrigerante.
Quero que mais pessoas possam descansar no final de semana tomando uma cerveja com os amigos.
Quero que as pessoas tenham mais tempo pra fazer aquilo que elas gostam, pois precisamos cada vez mais das nossas válvulas de escape.
Quero mais políticos falando a favor da legalização do plantio da cannabis, quero discussões mais profundas sobre segurança colocando em foco não só polícia e exército, mas sim educação.
Quero mais espaço para a arte e a cultura como um todo, pois mesmo com essa vida louca que muita gente tem vivido, ao menos se pudermos ter um amor pelo qual viver, poderemos fazer algo além de sobreviver e assim experimentar sentimentos variados.
Quero menos preconceito com cor, credo e opção sexual.
Quero mais tolerância com as diferenças de opinião.
Quero mais sabedoria para entender até onde conseguimos chegar nas nossas empreitadas, para podermos manter a mente em equilíbrio e não ofender nem machucar nossos irmãos.
Quero ligar a TV e ver mais notícias boas e menos notícias ruins.
Quero poder ligar o rádio e poder ouvir algo além de Lady Gaga.
Quero que as culturas possam ser o que elas são, sem dono e sem patrão, e que não sejam oprimidas pelo o que dita a mídia.
Quero que as pessoas percebam que gigantescas fortunas acumuladas muitas vezes não passam de números que crescem inutilmente, quando poderiam estar salvando e mudando diversas vidas.
Quero que as pessoas (inclusive eu) aprendam a fazer mais o bem em pequenas atitudes do dia-a-dia, pois não adianta imaginar as soluções pro mundo sentado sozinho em casa, e brigar com o seu vizinho.
Eu não sei dos rumos do mundo.
Não sei se ele vai melhorar ou piorar...não sei qual a referência que nós – seres humanos – podemos utilizar para falar de evolução, já que no deslumbre de nos acharmos os mais inteligentes seres da Terra, simplesmente por sermos pensantes, achamos que podemos dizer o que é o “melhor” e o que é o “pior” para o planeta.
Simplesmente ainda não nos entendemos como um simples animal compartilhando de um organismo que é o mesmo para todos, e talvez sejamos o tal problema que tanto procuramos resolver olhando para fora de nós mesmos.
Para mudanças não deveriam existir datas, prazos e marcações nas agendas...
Mas já que nos habituamos a ter esse sentimento de mudança em todo final e começo de ano, me deixo levar por essa sensação...e penso:
No ano que vem...
Quero que eu e o mundo consigamos olhar mais para dentro.
sexta-feira, 26 de novembro de 2010
terça-feira, 26 de outubro de 2010
Ganja Groove @ NOVEMBRO
01 de novembro
Véspera de feriado!
GANJA GROOVE NOS CONTROLES
23h
$ 8
mulher free até 00h
Armazém Bar
7 de setembro, 2109, São Carlos/SP
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13 de novembro
Victor Rice
DubversãoRadiola Dub
Jimmy Luv + Monkey Jhayam + Binho Noise + Fred Gomes
Em Araraquara no Teatro Wallace
R. São Bento, 909 - Centro----------------------------------
14 de novembro
B Negão + Jimmy Luv + Leser
A partir das 14h
Teatro de Arena - Rib. Preto
FLYERS


terça-feira, 5 de outubro de 2010
Ganja Groove @ Outubro
Publicidade e Política Eleitoral
Definitivamente sou contra o fato de termos campanhas publicitárias divulgando os candidatos às eleições.
A eleição no Brasil por si só já é algo muito contraditório, pois votamos num sistema democrático, só que na verdade somos obrigados a votar, quando isso deveria ser uma opção.
Quando um político emprega dinheiro no desenvolvimento de campanhas publicitárias, desponta um outro tipo de contradição: Cargo político é produto?
Junte os milhões gastos com a campanha dos candidatos X, Y e Z e imagine quantas opções melhores existem para se empregar esse dinheiro no nosso país.
Empresas investem grana alta nas campanhas eleitorais, e logicamente depois a maioria desses candidatos tem que dar a contrapartida por essa grana. É nesse momento que surgem rabos presos, lobbys, licitações forjadas e superfaturamentos a rodo.
Na política deveríamos ver candidatos dispostos a trabalhar por algo em que realmente acreditam, no entanto não é o que acontece com a maioria.
Como mudar isso?
Qualquer político devia ser obrigado a utilizar o sistema público de saúde e de ensino, assim como sua esposa e seus filhos.
O voto não deveria ser obrigatório. Quem sabe acontecendo um absurdo (como se já não fosse absurdo ver o que vemos nas propagandas) nas eleições, o brasileiro aprende que não pode vacilar com o voto.
Os candidatos deveriam ter um tempo mínimo para exposição de ideias na televisão, no radio e nos jornais impressos seguindo um padrão de concessão, para que não fiquemos assistindo esses vídeos emocionantes no estilo Rede Globo de novelas, onde quem tem mais grana é quem pode investir mais na sua campanha, logo é quem apresenta as melhores novelas.
Sabemos que essa não é uma questão diretamente proporcional do tipo: mais grana = melhores campanhas = melhor candidato.
Um exemplo bem tosco que gosto de usar para explicar o que estou querendo dizer, mas que deixa tudo bem fácil de entender é o seguinte:
Se perguntar-mos às pessoas ao nosso redor o que elas tem tomado em maior quantidade ultimamente: sucos industrializados, refrigerantes ou sucos naturais? Garanto que a maioria das respostas não apontará para os sucos naturais.
Pois é...assistimos na TV propagandas dizendo o quanto faz bem tomar um suco natural de limão sem anunciar qualquer produto específico?
Sei que assistimos propagandas maravilhosas da Coca-Cola.
E isso nos faz acreditar que tomar Coca-Cola é melhor para a nossa saúde do que um suco natural?
São âmbitos diferentes, mas a analogia foi feita para chegarmos numa conclusão bem simples: cargos políticos não são produtos para venda.
Eu não concordo com o atual modelo de eleições no Brasil.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
27/08 - Sub Rap Combo

Nesta segunda edição do mini-festival itinerante de hip hop alternativo Sub Rap Combo 2010, que terá sua edição no SESC São Carlos dia 27/08, este ano será encabeçado por um dos mais importantes grupos do gênero em atividade: o quarteto nova-iorquino Anti-Pop Consortium (http://www.myspace.com/antipopny). Completam o programa duas atrações nacionais: Maurício Takara & Rodrigo Brandão, e o duo Afasia.
Anti-pop Consortium, álbum de estreia do grupo Tragic Epilogue (2000) marcou época ao forjar uma sonoridade que ecoava influências da música eletrônica dos alemães do Kraftwerk, dos Proto-rappers do Last Poets e do lendário Public Enemy. Dois anos depois, durante a divulgação do terceiro disco, se separaram e só retomaram atividades em 2009, com o lançamento de Fluorescent Black, que trouxe ao grupo seu período de maior popularidade. Em carreira solo ou projetos paralelos, alguns dos integrantes já se apresentaram no país: Beans durante o Sónar Sound, em 2004, e High Priest no SESC, em 2007. Agora, pela primeira vez, o Anti-Pop se apresenta no país com a formação completa.
M.Takara + R.Brandão – o primeiro é baterista dos grupos Hurtmold e São Paulo Underground e conduz um projeto solo prolífico. Já tocou com os mais diversos nomes da música brasileira (Marcelo Camelo, Instituto e Otto) e internacional (Prefuse 73, Jeff Parker do Tortoise e Exploding Star Orchestra). O segundo é MC do Mamelo Sound System, um dos pilares do rap alternativo no país e tem um currículo que inclui parcerias com Nação Zumbi, Céu e Black Alien, assim como o baterista Tony Allen (braço direito de Fela Kuti na invenção do Afrobeat), o grupo nova-iorquino Wax Poetic, e o próprio High Priest. Juntos já tocaram com o MC/poeta/produtor Mike Ladd e o mestre da percussão Naná Vasconcelos. Agora, se uniram também em um projeto com sonoridade hip-hop psicodélica, recheado de tambores de candomblé e timbres de synth high tech. Preparam para esse ano um álbum com resultados desse encontro.
Afasia, composto pelos músicos Carlos Issa (Objeto Amarelo) e Akin, se formou em julho de 2009. Lançando mão de recursos variados ao vivo – baterias eletrônicas, sintetizadores, samplers, teclados, pedais de efeito e controladores – o Afasia caminha livremente entre a ambiência e o noise, passando pelo industrial, hip hop abstrato e IDM. Variando entre batidas com timbres pesados e texturas orgânicas minimalistas, a sonoridade de Carlos Issa e Akin se constrói de forma progressiva, realimentada em camadas, através da manipulação em tempo real de cada elemento que a compõe. Cada show do Afasia possui uma atmosfera diferente, já que a espontaneidade na manipulação de cada timbre e nota é o único fator comum em cada apresentação. Um capítulo à parte dentro do gênero inclassificável da música eletrônica atual.










